
Eu
Que andava sem
intervenção
Acolhida em
poesia
Ouvia dores
Ou via
Eu
Que estava longe
de
Qualquer padrão
a fusão
Eu
Que estava só em
mim
Já era
Fiz daquela
hora
Uma noite
inteirinha
Um outro sono
Novo bom
dia
Misturei não-sei-quê
Com mais coisa
que perdia
Fui do
desassossego ao
Amanhã a gente
combina
Multipliquei sonho
por vontade
Subtraí horas
pelas tardes
Pra chegar onde
eu não ia
Eu
Que estava
recolhida
Ali - em mim;
sabe? na minha
Estou mais lá
Do que o frio
que me dá
Na barriga
Aperta o peito
Dá-me o peito?!
Eu
Que não sei onde
vou parar
Por causa desse
dito olá
Mudo pronome,
verbo, tempo
Pra justificar
essa saudade
De coisa que
nunca vi
Não vivi
Verdade
parecida
Reza a lenda
Todo mundo ama uma
vez
Pelo menos
Por vida
Mas
Eu? divido
Eu não, devido
Era eu duvido?

Esse texto me faz pensar no quanto guardamos um amor pra depois que tudo acabar. E só assim ele pode ser 'esse amor que ae ama uma vez por vida' beijos e boa semana 😍
ResponderExcluir... depois ... que tudo acabar? melhor viver antes de terminar ����
ResponderExcluirEle já é sentido antes desse 'tudo' acabar.
ResponderExcluir🤔
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